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Syrah ou Shiraz? Entenda melhor a uva de duas grafias!

Na França, seu terroir de origem,  ela foi batizada como Syrah, já na Austrália, ela passou a se chamar Shyraz, mas o que vale mesmo é que esta uva é simplesmente poderosa e capaz de produzir vinhos expressivos e generosos!

A Syrah, é a uva mais importante da região do norte da França, localizada na bela Côte du Rhône, mas foi na Austrália que ela mostrou grande potencial. A uva pode resultar em vinhos de diferentes estilos, tudo vai depender da região onde ela nasce. Os vinhos tintos do Rhône, por exemplo, são potentes, defumados, minerais e mais austeros, melhorando com a guarda. Já os australianos são macios, frutados, doces, temperados por especiarias e por vezes algum couro.  A uva também tem produção em países como o Chile e África do sul, onde você perceberá a grafia no rótulo, se estiver Shiraz, vai saber que o estilo deste vinho é o australiano, já se o rótulo exibir Syrah, aí pode contra com um estilo francês!


Na Austrália, a produção desta uva tem obtido enorme sucesso e assim como a Malbec é para a Argentina, passou a ser a bandeira de produção daquele país. A Syrah também tem sido produzida na Toscana, na Itália e, em menos quantidade , na Espanha e em Portugal. Já na nossa vizinha Argentina, podemos encontrar bons vinhos da uva, com grande concentração de frutas e perfumados, já que os Australianos estão ainda em pequena quantidade no país.

 O Chile também mostra bom potencial, o fato é que descobrir esta uva é realmente um grande prazer e aconselho a todos conhecerem!

Michele Montanha



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Taças de Cristais – Saiba quando e como utilizar

Ter um belo jogo de taças de cristais é maravilhoso! É como ter a certeza que estamos praticamente preparados para receber nossas visitas em grande estilo, mas será que sabemos usar todos os tipos de taças? Separei algumas dicas que podem ser valiosas na hora de preparar um jantar para receber os amigos.

Cada taça tem a sua função na mesa, abaixo , você vai conferir qual taça deverá ser usada com cada tipo de vinho!

  Para tomar Champanhe ou Espumante vamos utilizar a flûte fina,  assim, temos o que chamamos de “ perlage”, que são aquelas pequenas bolhas finas presentes na nossa taça por mais tempo.
 Para  coquetéis de martini aproveite aquela taça que tem forma de um triangulo de cabeça para baixo, conforme mostra a figura, abaixo.
Para os brancos utilize a taça menor com a boca não tão aberta, ela tem a função de manter o vinho numa temperatura mais fria por mais tempo , já que os brancos devem ser mais gelados.
Para o tinto a taça deve ter corpo grande para destacar seus aromas.

Veja abaixo os modelos apropriados para cada bebida!



Onde comprar :

O mercado livre oferece boas opções de compras – http://www.mercadolivre.com.br/, lá você poderá realizar um orçamento com vários preços!

Outra dica importante é na hora de lavar as taças, evite utilizar muito sabão, utilize o mínimo possível, assim, você não corre o risco de odores na sua próxima utilização!


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Vinho para gestantes!

Atenção mamães apaixonadas por espumantes , mas que estão na fase de gestação e precisam abrir mão de uma série de coisas, inclusive vinho!!  Os vinhos são produzidos a partir da uva Muscat que vem da Austrália , e também é produzido por lá.


A ideia do rótulo foi da ex-consultora de vinhos americana  Carrie Marvin, que também esta grávida,  e não consegue encontrar no mercado nada mais que festivo do que um bom espumante. E quando a problemática do vinho ser produzido na Austrália e não nos EUA ) já que a ideia é de uma americana), ela explica: "Não consegui convencer nenhum produtor americano assinar o projeto, eles não conseguiam entender". finaliza.

Ah.. lembrando que o vinho não é alcoólico!

Fonte : Marketwatch.com
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Le vin de merde

Produtores franceses apostam num rótulo que desperta a curiosidade dos consumidores

O vinho ainda não esta no Brasil, mas já faz um sucesso danado nas redes sociais e por apresentar além do nome engraçado , uma mosquinha no cantinho do rótulo , que gera uma certa curiosidade no sentido.. é merda mesmo? RS

Voilá, a ideia é revelar um vinho bom , numa etiqueta que diz o contrário..A região do Languedoc onde é produzido este vinho, sempre foi marcada por vinhos de qualidade um pouco inferior se comparado a Bordeaux e Borgonha, por exemplo. Mas com o passar do tempo, os vinhos foram ganhando mais espaços nas prateleiras mundiais e passaram a anunciar vinhos de grande carácter , com incentivo de investimentos, muito trabalho por partes dos produtores e tecnologia. Eu particularmente adoro esta região, lá esta instalada uma das maiores universidade de enologia do mundo, a SupAgro,de Montpellier  a qual assina meu diploma em master durante um curto período de estudos de enologia por lá.


O “ Le vin de merde”, ainda não esta no Brasil, mas possui uma linha de vinhos que parece ser interessante e deixa a gente ansioso pra conhecerJ

Visite o site:







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Champagne imperdível!

Região deverá melhorar ainda mais seu esquema de enoturismo para os visitantes

Com mais de 10 mil adegas de vinho, a França se lança na frente quando a busca é pelo turismo vinícola! O país recebe uma média de 8 milhões de turistas por ano, sendo que 2,5 milhões são estrangeiros. Mas não é pra menos, o país conta com uma beleza vinícola merecedora de aplausos, e entre estes aplausos, eu destaco sem dúvida nenhuma “Champagne”. A região é linda, e concorre ao título de Patrimônio Mundial da UNESCO. 
Por lá, você deverá encontrar mais de 100 km de caves, com milhares de garrafas antigas, um verdadeiro “show” a parte!




Por conta disso, as autoridades locais estão empenhadas em desenvolver o melhor aos turistas, e acaba de inaugurar o um “polo de excelência ao enoturismo”.  “De  acordo com Matthias Fekl, secretário do estado e comércio exterior, que prevê a duplicação do número de visitantes, na França, até 2013,” a excelência do vinho vai ajudar a unir os diferentes atores dos setores, adegas e comerciantes, o turismo e operadores de hotéis para melhor atendê-los no desenvolvimento de ofertas.


Conheça Champagne!!
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Exportação de Cognac sofre queda!

Após dois anos de imenso sucesso na produção e em valores de Cognac, a notícia é que 2014 fechou em queda, com menos 11,2% do valor ,  2,127  de receita e 3,6% em volume, se comparado ao ano anterior. e com 155,6 milhões de garrafas. Os dados foram fornecidos pelo Bureau National Interprofessionnel du Cognac (BNIC), em 2013, o mesmo órgão registrou 2,396 milhões de euros em receita.


De acordo com a BNIC, esta baixa tem a ver com a situação econômica no mundo, e se explica especialmente pela baixa nos mercados europeus e asiáticos. Isso porque, cerca de 98%,  de toda a produção de Cognac vai para a exportação, sendo 38% para a América, destacando( EUA, Canadá e México ), 30% para a Ásia e 25 % para a Europa.

O mercado asiático foi uma das regiões com mais queda na exportação no ano passado, cerca de 17% em volume e 21 % em valor.  Já os EUA comemora com um crescimento de cerca de 13% em volume e 8% em valor.


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Especialista brasileira lança livro sobre Vinhos da Austrália





A advogada e escritora Alessandra Esteves, especializada no universo dos vinhos, está lançando seu terceiro livro: “Vinhos da Austrália: o guia definitivo para você entender os vinhos australianos”. O livro, um e-book com 100 páginas, dá um olhar sobre a história de produção de vinhos na Austrália, passa pelo clima, topografia e solo, fala um pouco da viticultura do país e apresenta as principais uvas plantadas, as regiões vitivinícolas e ainda dá dicas para enoturismo.
 
“Ficou bem bacana. Um livro interessante, maduro, interativo, com fotos, tabelas e mapa, que explora a fundo os vinhos australianos”, explica Alessandra.  O livro está disponível no iTunes e em 13 lojas da Amazon e, em breve, também poderá ser adquirido na Kobo e nas livrarias Siciliano e Saraiva. Custa: R$ 12,80. Entre as curiosidades que podem ser conferidas na publicação, está, por exemplo, que a Tasmânia é uma grande região de espumantes, feitos pelo mesmo método que o champagne, e que Barossa, uma região que produz grandes vinhos da uva Shiraz, foi fundada por alemães.
 
Antes deste trabalho, Alessandra já havia lançado os livros “Vinhos da Itália” e “Wines of Italy”, é editora do blog “Dama do Vinho” (www.damadovinho.com.br) e apresenta um podcast de vinhos gravado em português e atualizado semanalmente. Sucesso absoluto entre podcasts (arquivos de áudio distribuído pela Internet) de culinária e destaque no iTunes, o podcast “Dama Do Vinho”, superou a marca de 50.000 downloads em 19 episódios. Com pouco mais de nove meses de existência e gravando cerca de um podcast por semana, Alessandra aborda temas como regiões vinícolas, harmonização entre vinho e comida, bons filmes que tratam do universo dos vinhos, tipos de uvas, aromas e características dos vinhos etc. Os áudios já figuraram na lista dos mais baixados no iTunes.
 
Alessandra Esteves também lançou, em 2014, o aplicativo para smartphones “Dama do Vinho”. O app reúne informações diversificadas para os amantes do vinho num mesmo lugar, como dicas de harmonização, notícias, vídeos e uma biblioteca com boas sugestões de livros sobre o assunto. O produto é gratuito e está disponível para download para IOS e Android. Aos 37 anos, Alessandra Esteves é estudiosa do mundo do vinho há 10 anos. É certificada em vinhos e destilados “Nível 3” pela escola inglesa Wine & Spirit Education Trust (WSET), a maior e mais renomada academia de vinhos, licores e destilados do mundo. Ela está atualmente cursando o último nível da WSET, o “Nível 4” ou Diploma, certificação que poucos brasileiros possuem.
 
Fonte : Sandra Polo
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